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Iluminação Econômica no Restaurante

É óbvio que além dos fatores ecológicos, economizar energia nos estabelecimentos voltados à área de alimentação é uma necessidade econômica.

Atualmente a melhor forma de reduzir esses gastos é através dos LEDs.

A iluminação através de LEDs (Light Emitting Diode: diodo emissor de luz), funciona através da energização de um diodo (componente eletrônico composto por um cristal), emitindo luz nesse processo.

A principal vantagem, já mencionada é a diminuição da conta de energia elétrica. Preve-se uma média de 70% de redução nos custos de iluminação. E embora os custos iniciais sejam mais altos, a média de tempo de retorno de investimento é de 1 a 2 anos. Isso sem considerar que os LEDs também possuem uma vida útil muito maior que as llâmpadas tradicionais. Estima-se uma vida útil de até 100.000 horas, dependendo do modelo,enquanto as lâmpadas comuns possuem vida útil de 5.000 horas, uma incandescente possui apenas 1.000 horas de vida útil.Ou seja, baixo índice de manutenção, evitando parar a cozinha por exemplo para trocar uma lâmpada.

Entre outras vantagens do LED: não emite raios UV e IR. Possui fácil instalação, não esquenta. Acionamento mais rápido que as fluorescentes, além de não diminuir a vida útil pela quantidade de acionamento. Pode ser “dimerizado”. Resiste à variações de temperatura. E é reciclável.

Há modelos destinados às áreas de restaurante e cozinha, de acordo com todas as solicitações da vigilância sanitária.

Ou seja, só há vantagens.
A equipe QZA efetua estudo para troca de luminárias, prevendo investimento e tempo de retorno. Também possuímos equipe para projeto e execução.

Entre em contato.

Equipe QZA

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o Bom serviço do Garçom

Inquirido certo dia, numa palestra cuja temática era o serviços em gastronomia, sobre a posição no mercado de restaurantes de profissionais com faixa etária acima dos 30 anos, achei oportuno discorrer sobre tal assunto.
Precisamente a seguinte questão foi focada, sobre a atividade desses garçons, incluindo aí os auxiliares. A afirmação do aluno citava a utilização ampla de mão de obra jovem em grande parte dos atuais restaurantes.
Hoje consideramos em 60% os trabalhadores entre 16 e 30 anos no mercado de restaurantes, aparentemente a diferença citada não indicaria uma preferência, mas a divergência aparece aí, o mercado contrata cada vez mais jovens treinados para ocupar postos antes preenchidos por outros profissionais. Ou seja, esse número tende a crescer.
Talvez a diferencial esteja aí, o treinamento. Hoje a capacitação na área de serviços de alimentação é procurada por muitos jovens, desejosos de um primeiro emprego, tecnicamente aptos, e certamente entusiasmados.
Mas ainda falta algo. Esse novo profissional, embora de alta eficiência, também possui uma carência. Não possui experiência.
Muitos podem falar que a experiência consegue-se com o tempo, e até concordo, mas os antigos garçons, aqueles presentes nos restaurantes mais tradicionais, que cumprimentam o comensal não com frases gentilmente prontas para agradar o cliente, mas com a fineza de quem trata um amigo, ainda são especiais.
Ao aluno citado no primeiro parágrafo explanei a questão com uma curta história, presenciada entre amigos. Numa primeira visita a um tradicional restaurante em São Paulo, durante um jantar, foi comentado entre os presentes à mesa sobre um determinado prato que poderia acompanhar a iguaria provada naquele instante, não desmerecendo a boa comida ofertada, mas considerando tal acompanhamento como tradicional na família de um dos comensais. O prestimoso garçom, sutilmente atento e pronto a atender aos novos clientes percebeu o comentário e sem qualquer hesitação solicitou-o à sua cozinha e levou à mesa o prato comentado pelo cliente, como cortesia. A surpresa foi geral, e a certeza de retornar ao restaurante, decidida naquele momento.
A função do garçom é promover o restaurante, agradando o cliente, de forma cordial e igualitária.
Demonstrou grande percepção este garçom, e esta característica é decorrente de anos de experiência. Não só conhecendo todos os ingredientes dos pratos ofertados no estabelecimento, mas principalmente, conhecendo o cliente.
O cliente espera pela surpresa, o restaurante é, além de um espaço para alimentar-se, um espaço de experiências sensoriais, incluindo aí o paladar. Profissionais tradicionais aliam anos de atenção ao cliente como diferencial, ofertando a experiência almejada ao visitar o restaurante.
Novos estabelecimentos treinam excepcionalmente seus novos atendentes, os quais possuem sim a resposta correta, a perfeita educação, e o atendimento muitas vezes é impecável. Mas para todos que já usufruíram desse serviço sabem que falta algo. E é aquele sentimento do bom atendimento encontrado apenas nos profissionais mais antigos, de atender em todos os sentidos, em desejar realmente que o cliente sinta-se bem.
O garçom experiente compreende o cliente. São atualizados, sabem conversar paralelamente sem atrapalhar o comensal e possuem a percepção necessária, conseguida em anos de observação, para melhor atender o cliente
Para não deixar de lado os mais novos, lembro que experiência não está intrinsecamente ligada à faixa etária, há ótimos novos garçons também. Basta observar os mais experientes para adquirir familiaridade com o bom serviço. E aos já antigos na profissão, a reciclagem é sempre bem vinda, com certeza agregará pontos positivos ao já prestigiado serviço.

Eric Zompero

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Planeje seu Restaurante para a Copa do Mundo 2010!

Com a chegada da copa do mundo de futebol na África, uma oportunidade aos bares e restaurantes que desejam cativar seus clientes e aumentar seus lucros torna-se evidente.
Muitos estabelecimentos estão optando por transmitir o evento ao vivo, garantindo assim entretenimento e casa cheia nesses dias.
Para tal finalidade, há a necessidade de investimento em equipamentos de áudio e vídeo que garantam a qualidade aos clientes. Felizmente hoje esses recursos estão bem mais acessíveis. São projetores, telas tensionadas, processadores de áudio e vídeo, sistemas de sonorização profissionais, sistemas de iluminação automatizadas e toda uma seleção de equipamentos que visam garantir a melhor opção e interatividade dos usuários.
Nossa equipe está apta a realizar estudos de arquitetura e implantações para estabelecimentos que observam nessa tendência uma oportunidade.

Equipe QZA

Contate QZA Arquitetura: site | e-mail

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Avaliação de Cozinhas e Restaurantes Profissionais

A avaliação técnica de áreas destinadas a cozinhas e restaurantes industriais e comerciais além de essenciais em relação à segurança alimentar, funcionam como uma garantia a mais ao cliente.

A Avaliação Pós Ocupação (APO ou APU, Avaliação Pós Uso) é uma metodologia de avaliação de desempenho físico, comportamental e ambiental de um espaço construído. Sua finalidade é propiciar, após uma complexa análise, melhorias na qualidade de vida dos usuários (funcionários e clientes) e da edificação. E conseqüentemente de toda a operacionalidade e segurança (física e higiênica) do estabelecimento de serviço de alimentação.

Após uma avaliação, são feitas recomendações que englobarão desde reparos construtivos até mudança de fluxo de trabalho para melhoria dos afazeres dentro da cozinha. Questões como probabilidade de acidentes, incêndios, rotas de fuga, segurança, higiene, análise de perigos e pontos críticos de contaminação, conforto térmico, acústica, legislação, programação visual, comportamento de funcionários, problemas estruturais, etc. são analisados e considerados numa análise desta natureza.
Existem vários níveis de serviços de avaliação, cada um com seu custo específico, abaixo seguem algumas, recomendadas para cozinhas e restaurantes.
1. Avaliação técnica com recomendações.
2. Avaliação técnica/ funcional/ comportamental com recomendações.
3. Avaliação técnica/ funcional/ comportamental com recomendações e especificações detalhadas.
4. Avaliação com diretrizes para projeto, manutenção, construção e operação.

As vantagens de um procedimento desta natureza são muitos: garantia de higiene e segurança alimentar, indicação de pontos de manutenção e/ou reforma, melhoria no atendimento e produção, maior conforto para os usuários (como exemplo cita-se a fadiga higrotérmica, que pode ocasionar problemas com funcionários, desde uma simples dor de cabeça até falta de atenção que poderá ocasionar graves acidentes), menor custo com manutenção, entre outros.

Apesar de recente no Brasil e uma novidade no setor de serviços de alimentação, a APO vem sendo utilizada desde o término da primeira Guerra Mundial nos Estados Unidos e Europa, iniciada na pesquisa técnico comportamental em conjuntos habitacionais.

Arq. Eric Zompero - QZA

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